
Jovens usam as redes sociais no Reino de Deus

Com o objetivo de usar as redes sociais para incentivar os cristãos das grandes cidades a não serem influenciados pela cultura secular, jovens da Igreja Batista Central de Fortaleza criaram o site Evangelho Urbano (EU) que tem como objetivo glorificar o nome de Jesus e impactar vidas.
O blog surgiu em uma conversa entre Felipe Mastrillo e Pedro Pamplona. “Acreditamos no poder das mídias sociais e da internet, mas acreditamos muito mais no poder de Jesus e do seu evangelho”, disse Mastrillo que explica que esse projeto quer mostrar aos leitores que o Evangelho é absoluto, irrevogável e eterno.
“Queremos também proclamar outra verdade bastante negligenciada: o evangelho não muda, mas nossa cultura sim. Isso significa que cada geração precisa tanto descobrir a verdade eterna do evangelho como descobrir como o evangelho pode ser relevante na cultura na qual vivemos”, disse o jovem.
Mastrillo explica em entrevista exclusiva ao Gospel Prime que o site Evangelho Urbano não tem ligação com a IBC, mas que os pastores apoiam esse projeto. “Todos os integrantes são membros da Igreja Batista Central e embora o blog não tenha um apoio direto (porque não é iniciativa da nossa igreja, mas dos membros) podemos dizer, sem sombra de dúvida, que o blog tem apoio sim da nossa igreja”.
Mas a intenção dos administradores do site não é apenas escrever textos com mensagens bíblicas, mas gravar testemunhos e postar e-books, além disso, eles desejam fazer campanhas com temas atuais e relevantes para ajudar os cristãos urbanos. “Queremos levantar algumas causa sociais de nossa cidade e lutar por elas. Queremos levar a Igreja ser relevante na sociedade”.
Por ser atualizado por jovens o EU pode sim ser acessado por jovens cristãos, mas não só por eles, pois a proposta é atender a todos os evangélicos que moram em cidades urbanas, mas sem usar uma linguagem agressiva para fazer com que os internautas se tornem apaixonados por Jesus Cristo.
Adoração através da arte: Poesia propõe reflexão para jovens sobre Ap 2:4 e 5

Lembro de uma época em que repartia com o meu irmão
Hoje, eu me prendo a dogmas e vivo em rivalidade e competição
Antigamente, minha maior ambição era obedecer ao “ide”, sem me prender a ritos
Atualmente, o que eu quero é estar confortável em prédios bonitos
Já vivi dias em que reunião de oração era sinônimo de culto lotado
Agora, o ato de orar se tornou canseira e enfado
Recordo o tempo em que, pra mim, simplicidade era mandamento
Mas hoje, minha pregação virou “prosperidade sem contentamento”
Eu já fui conhecida na sociedade por ajudar os desfavorecidos
Agora, me auto divulgo por tornar meus membros enriquecidos
Antes o temor era algo recorrente em mim
Hoje, pareço esquecer tantos princípios, vivo incoerências sem fim
Antes, abriria mão da própria vida pela minha salvação
Hoje, a negocio o tempo todo por qualquer prazer e um bom cifrão
Antigamente tão fervorosa, mas a frieza se apossou de mim
Reuniões de oração acabam, e eu, de braços cruzados, finjo que é normal tudo mudar assim
Há algum tempo, os irmãos se confessavam, compartilhavam fraquezas, problemas e pedidos de oração.
Já hoje, com tantas máscaras, há muitos ajuntamentos, mas tão pouca comunhão
Antes eu me dedicava ao ensino dos apóstolos, já agora, me dedico a quase toda ciência; Menos àquela que ensina sobre a salvação da minha essência
Houve um tempo em que o meu prazer não estava nesse mundo
Hoje, construo impérios e amontôo bens num devaneio profundo
Antigamente para resolver problemas como esses, eu priorizava o jejum e a oração
Hoje, recorro a estratégias modernas, promessas de prosperidade e à muita interação
No passado eu vivia como se a volta de Jesus fosse eminente
Agora, quase não falo nisso, nem parece que sou crente
Precisava me confessar e agora me identificar
Não se escandalizem com isto; Mas eu me chamo “a Igreja de Cristo”
É… Eu sei. Preciso de azeite urgente no momento
Mas essa é mais uma simples forma de Jesus me corrigir, enquanto ainda há tempo
O Noivo nos lembra agora da nossa missão. Ele bate à porta, pois já está voltando. O quê, no lugar disso, você vem priorizando?
Por Paula Renata Santos
Confira resultado da premiação

Os nomes dos vencedores do Troféu Promessas estão destacados em negrito.
Melhor Clipe
"Deus da minha vida", Thalles
"Eis-me aqui", Ana Paula Valadão e Ludmila Ferber
"Pavão Pavãozinho", Fernanda Brum
"Ressuscita-me", Aline Barros
"Um novo vencedor", Damares
Melhor CD
"Aleluia", Diante do Trono
"Bruna Karla ao vivo", Bruna Karla
"Diamante", Damares
"Extraordinário amor de Deus", Aline Barros
"Glória", Fernanda Brum
Melhor DVD/BluRay
"Advogado Fiel Ao Vivo", Bruna Karla
"Aleluia", Diante do Trono
"Aline Barros na Estrada", Aline Barros
"DDG Experience", Oficina G3
"Na Sala do Pai", Thalles
Revelação
Arianne
Brenda
Megafone
Ministério Além do Véu
Thalles
Melhor Grupo
Ao Cubo
Cassiane e Jairinho
Livres para Adorar
Oficina G3
Trazendo a Arca
Melhor Ministério de Louvor
Comunidade Evangélica Internacional da Zona Sul
Ministério de Louvor Diante do Trono
Ministério Sarando a Terra Ferida de Nova Iguaçu
Renascer Praise
Voz da Verdade
Melhor Cantor
André Valadão
Davi Sacer
Fernandinho
Leonardo Gonçalves
Thalles
Melhor Cantora
Aline Barros
Cassiane
Damares
Fernanda Brum
Nívea Soares
Melhor Música
"Aleluia", Diante do Trono
"Deus da minha vida", Thalles
"Ressuscita-me", Aline Barros
"Sou humano", Bruna Karla
"Um novo vencedor", Damares
Asaph Borba.
O gospel no mercado comercial
O Gospel Moderno em sua forma original era geralmente interpretado por um solista, acompanhado de um coro e um pequeno conjunto instrumental. Grandes intérpretes da música norte-americana começaram assim, como cantores de Gospel nas igrejas. É o caso de Mahalia Jackson, Bessie Smith e Aretha Franklin, além de Ray Charles.
O Gospel foi também se influenciando, assumindo formas às vezes surpreendentes em se tratando de música religiosa. É o caso dos quartetos Gospel, surgidos após a Segunda Guerra Mundial, com suas músicas gritadas, suas danças cheias de sacolejos e roupas extravagantes. "Nesta fonte foi beber", o Rock dos anos 50, desde "Bill Haley e seus Cometas", passando por Jerry Lee Lewis, até Elvis Presley nos anos da década de 1960.
Comercialmente e na forma que tem, atualmente, a música cristã estourou nos Estados Unidos a partir dos anos 70. O rock, em mais uma volta da história, passa a ser o carro chefe da música cristã. Todavia, outros ritmos como o funk e o reggae também são por ela adotados. Bandas como Stryper (heavy metal), de Los Angeles, tocam música cristã, ou Gospel. Grandes espetáculos se organizam por todo o país e cada vez mais emissoras de rádio criam programações gospel. Hoje o prêmio GRAMMY, considerado o Oscar da música, inclui a categoria Gospel, além da música cristã para premiar seus talentos com o Prêmio Dove Awards.
Na música cristã internacional destacam-se atualmente Michael W. Smith, os grupos Vineyard, Hillsong Music Australia, Kirk Franklin; e nos anos 90, os ministérios Hosanna!Music, Maranatha; as bandas Petra, Guardian, Bride; as cantoras Amy Grant, Crystal Lewis, entre outros.
Ainda na vertente metal, surgiram bandas como: Tourniquet e Mortification que elevaram o "metal gospel" à categoria, segundo seus fãs, de grande qualidade.
O cenário do "rock cristão" teve como grande nome e destaque a banda Petra, dos Estados Unidos, umas das pioneiras do estilo em todo o mundo.
Gospel no Brasil
Ainda no Século XIX, durante o alge do movimento dos revivalistas, Moody, Spurgeon, Torrey e outros, os Hinos Evangelísticos (Gospel Hymns) já foram surgindo. Composições de vários autores chegaram ao Brasil para o Culto Evangélico. Obras de Philip Paul Bliss; James McGranaham; Ira David Sankey; George Stebbins; Fanny Crosby e outros mais. As músicas claramente não eram as mesmas tradicionais dos grandes corais da tradição Protestante; eram mais simples, mas eram músicas voltadas para uma audiiência grande, em grandes galpões ou até mesmo praças públicas.
Com a vinda de missionários estrangeiros, principalmente batistas e presbiterianos americanos. As igrejas protestantes então adotaram muitos destes hinos de origem estrangeira, alguns com a influência americana do "gospel". Hinários inteiros foram traduzidos e editados, como o "Salmos e Hinos" , "Harpa Cristã" e "Cantor Cristão". A partir do final da década de 60, grupos nacionais como Vencedores por Cristo (VPC), entre outros, começaram treinamentos de formação de músicos e viagens para divulgação, começando então a influenciar o estilo de músicas de todas as igrejas evangélicas do Brasil.
A música Gospel no Brasil se populariza comercialmente no final da década de 80, quando entram em evidência ministérios de louvor como Koinonya, Katsbarnea, Voz da Verdade, Vencedores por Cristo, entre outros.
No mercado comercial
No Brasil, o termo Gospel passou a remeter genericamente a toda expressão musical da fé evangélica - não só especificamente ao tradicional gênero estadunidense do mesmo nome - , saindo fora, portanto, bastante do gênero tradicional conhecido como Gospel. Diversas músicas que deveriam siplesmente ser chamadas de rock cristão ou música cristã contemporânea são generalizadas, no Brasil, como música gospel, causando uma grande confusão para o ouvinte leigo quando se trata do Estilo musical Gospel.
É importante notar que: apesar de que a palavra gospel significa "evangelho", quando se referindo a estilos musicais, um rock, um post-grunge, um "pop contemporânemo", um metal, ou, etc, são estilos distintos e não são o estilo conhecido como música gospel. Estes outros estilos falam também do evangelho, possivelmente, ou de Cristo e da salvação, ou ainda de outro aspecto da vida Cristã, mas texto, academicamente falando, por si só, não é Música. O texto colabora, em muitos estilos musicais, na distinção do genêro, mas ele tem pouca relevância numa analize musical quando se falando de música somente. Texto é um complemento a música e não é música por si. Logo, se extraimos o texto de uma música, o que temos é a essência do estilo, junto com a forma musical, e é nisto que realmente pode-se distinguir um gospel de um rock cristão. Uma guitarra, com uma bateria e um baixo sozinhos, por exemplo, tocando um rock, sem um texto qualquer, podem até estar em plena comunhão Cristã, mas não podem ser definidos como o estilo musical gospel, porque não há praticamente nada no estilo tradicional do rock para se dizer tradicional do gospel.
O termo Gospel ressurgiu no Brasil no mercado comercial nos anos 80 pela Gravadora Gospel Records. Estevam Hernandes Filho é o patentiador desta marca em território nacional com todos os direitos sobre a marca da gravadora Gospel---mas não implicando que seja dono do estilo tradicional estadunidense de mesmo nome.
Já na década de 1990 se destacam os grandes grupos de louvor como Renascer Praise e Diante do Trono.
Logo surgiram as primeiras gravadoras evangélicas no Brasil que fez com que a onda Gospel crescesse mais rapidamente pelo Brasil.
Diferente de outros países, a música gospel no Brasil não é tão conhecida no mundo secular, ficando praticamente restrita a cena evangélica. São poucos os artistas que se projetaram fora do público evangélico. Nos últimos anos, músicas cristãs de origem evangélica passaram a também fazer parte do repertório de grupos e cantores católicos, como o Pe. Marcelo Rossi (que utilizou músicas como Fico Feliz de Aline Barros entre várias outras).
Será que perceberemos
